sexta-feira, 28 de setembro de 2012

dinossauros mania.


O que temos do amor?
O que nos restou?
Meio zumbi e com os dedos formigando ao bater no teclado frio, sem sentido algum.
E por onde anda aquele sentimento vívido que tanto havia?
E por onde andam as borboletas no estômago, e os unicórnios perto dos inúmeros arco-íris que existiam?
Onde está o utópico que havia em mim, e o lado gostoso disso?
Onde se encontra a razão para se estar sorrindo como bobo, sem razões aparentes?
Tudo é um verdadeiro círculo vicioso.
Ainda me pergunto onde errei, mas talvez esteja questionando as coisas erradas.
Não seria ‘ onde errei? ’ mas sim, ‘ por que ainda penso nisso?’’
Questões fúteis nesse frio tão intenso que me arrepia a pele.
Agora já podemos relaxar...
Alguém já encontrou um porto-seguro, uma segurança, o rosto mais belo.
Não se importe, porque sei que não se importa, mas, estou caminhando até que bem. Passando por aventuras para acabar com esse ego todo, estou aprendendo minha lição.
Havia algum tempo que não lhe escrevia enquanto as lágrimas deveras rolavam.
Ainda tenho cantado, não mais pra ti. Estou tentando superar a fase de cantar para o passado.
Não pedirei desculpas, como tantas outras vezes em que me desculpava a cada respiração, mas, te direi que estou mudando... E essa mutação está transformando o ‘’ eu lírico ‘’ e o ‘’ eu sujo ‘’, aquele que apreciavas tanto. Os dois estão cada vez mais próximos.
Great, era o que você queria.

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